Atrações: Pecuária / Comércio / Indústria / Máquinas e Equipamentos / Feira de Negócios / Cursos de Capitação Profissional / Palestras / Leilões / Rodeios / Ranking de Raças / Concurso Leiteiro / Parque de Diversões e Shows.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Exposição Agropecuária de Itapetinga.
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Haras Kitanda - História
O Haras Kitanda começou como deveria começar todo criatório de cavalos: motivado pela paixão por esse animal. Marcus Vinícius de Barros Wanderley, montava desde pequeno no Engenho da família em Palmares-BA, com Argemiro Wanderley, seu pai, também excelente cavaleiro. É possível imaginá-lo aprendendo com o pai a domar um cavalo, ou galopando e fazendo algazarra junto aos irmãos Marcelo Wanderley e Lúcio Wanderley, também criadores e proprietários dos Haras Nanuque e Granito respectivamente. E foi assim, brincando, “curtindo” o cavalo, trabalhando no campo com o gado, sempre montado em um Mangalarga Marchador, cômodo e dócil, que Marcus Wanderley, que se auto-intitulava “vaqueiro” idealizou e realizou o Haras Kitanda.
Com o passar do tempo, já casado com D. Norma, e como é de se esperar de quem desfruta do constante contato com fazenda e com cavalos, os seus filhos Najla (Haras do Palmares), Debora, e Marcus Vinícius, foram arrebatados por essa paixão de seu pai. Desde bem pequenos montavam e apreciavam os cavalos macios e bonitos, muitos deles descendentes de linhagens consagradas como Gironda, Herdade, Bela Cruz, JB e Abaíba.
Marcus Vinícius Sobral Wanderley, o filho de Marcus Wanderley e Liliana Wanderley, Filha de Marcelo Wanderley se casaram, e o amor por cavalos que herdaram dos seus pais fez nascer o Haras Kituque, que vinha a ser a mistura dos Haras Kitanda com o Nanuque, já que foram presenteados com animais de ambos os haras. Foi essa paixão concentrada e essa mistura de qualidade que os motivou a modernizar a marca Kitanda, que passou a ser de propriedade de Marcus Vinícius Sobral Wanderley, por herança; E é com paixão em dose dupla que os dois, Vinícius e Liliana, junto com seus filhos, pretendem dar continuidade ao trabalho bonito que Sr. Marcus começou há tanto tempo atrás.
OBS: Mais informações sobre compra e venda de animais acesse o site : www.haraskitanda.com.br
Com o passar do tempo, já casado com D. Norma, e como é de se esperar de quem desfruta do constante contato com fazenda e com cavalos, os seus filhos Najla (Haras do Palmares), Debora, e Marcus Vinícius, foram arrebatados por essa paixão de seu pai. Desde bem pequenos montavam e apreciavam os cavalos macios e bonitos, muitos deles descendentes de linhagens consagradas como Gironda, Herdade, Bela Cruz, JB e Abaíba.
Marcus Vinícius Sobral Wanderley, o filho de Marcus Wanderley e Liliana Wanderley, Filha de Marcelo Wanderley se casaram, e o amor por cavalos que herdaram dos seus pais fez nascer o Haras Kituque, que vinha a ser a mistura dos Haras Kitanda com o Nanuque, já que foram presenteados com animais de ambos os haras. Foi essa paixão concentrada e essa mistura de qualidade que os motivou a modernizar a marca Kitanda, que passou a ser de propriedade de Marcus Vinícius Sobral Wanderley, por herança; E é com paixão em dose dupla que os dois, Vinícius e Liliana, junto com seus filhos, pretendem dar continuidade ao trabalho bonito que Sr. Marcus começou há tanto tempo atrás.
OBS: Mais informações sobre compra e venda de animais acesse o site : www.haraskitanda.com.br
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Haras TGS - Cavalo Árabe.
Quem Somos
Pessoas de todo o Brasil e de diversos outros países têm muito nos honrado com suas visitas ao Haras TGS, na cidade de Anápolis, no agradável estado de Goiás.
O Haras TGS está preparado para surpreender não só aqueles que, como nós, são apaixonados pelo Cavalo Árabe, mas também aos que apreciam a natureza, os animais de um modo geral e também uma estrutura profissional totalmente voltada para o bem estar de todos os que vivem, trabalham e se divertem naquele local.
Nosso compromisso com a qualidade no desempenho das tarefas e a preocupação com a preservação de nossas riquezas naturais é uma questão de prioridade no Haras TGS.
Tudo isso no intuito de oferecermos o que há de mais moderno aos animais, sem perder o foco e a visão da relação dos animais com a natureza e o habitat ideal para eles.
Pessoas de todo o Brasil e de diversos outros países têm muito nos honrado com suas visitas ao Haras TGS, na cidade de Anápolis, no agradável estado de Goiás.
O Haras TGS está preparado para surpreender não só aqueles que, como nós, são apaixonados pelo Cavalo Árabe, mas também aos que apreciam a natureza, os animais de um modo geral e também uma estrutura profissional totalmente voltada para o bem estar de todos os que vivem, trabalham e se divertem naquele local.
Nosso compromisso com a qualidade no desempenho das tarefas e a preocupação com a preservação de nossas riquezas naturais é uma questão de prioridade no Haras TGS.
Tudo isso no intuito de oferecermos o que há de mais moderno aos animais, sem perder o foco e a visão da relação dos animais com a natureza e o habitat ideal para eles.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Haras Boa Viagem
Em pleno coração de Boa Viagem, o Recife ganha uma casa para recepções e eventos com uma temática que remete ao campo, com muito verde, tijolos aparentes, banquinhos de madeira rústica. Assim é o Haras Boa Viagem Recepções e Eventos que chega para atender inúmeras demandas no mercado de eventos, sob o comando de Augusto e Walter Lins. De shows a pequenas, médias e grandes recepções, eventos corporativos, religiosos, infantis, da boa idade, aniversários, formaturas, casamentos. Enfim, a casa chega para suprir uma lacuna no mercado de eventos.
A idéia de construir a casa surgiu há 2 anos. Todo produtor de eventos sonha um dia conquistar a sua casa própria. E com Augusto não foi diferente. São 8113m² de área total, sendo 1000 m² de área coberta, 2 palcos, banheiros climatizados, lanchonete, bilheteria, camarotes, estacionamento para 300 carros, espaço para 1.500 pessoas sentadas ou 4 mil em pé e muito mais.
No terreno onde o Haras está instalado, de propriedade dos empreendedores, funcionou durante 25 anos o Parque de Vaquejada de Boa Viagem, fundado em 1984. Numa sexta-feira, Augusto pegou um avião visitou algumas casas de shows pelo Nordeste afora e em poucos dias voltou. Chamou Walter e disse: "vamos construir aqui uma grande casa de shows". Para levantar esta casa, o parque foi desarmado em apenas três dias.
Para a nova casa de eventos, Augusto traz todo o seu know how de 10 anosem produção de eventos, enquanto Walter traz sua experiência à frente da Pan Jane, durante 36 anos, uma das mais conhecidas delicatessens de Boa Viagem. Com toda a sua equipe, Walter está preparando cardápios arrojados. A casa é fruto de investimentos de mais de R$ 1 milhão, com expectativa de retorno em 2 anos, onde serão gerados cerca de 250 empregos por eventos.
Tudo começou quando aos 18 anos, o jovem Augusto Lins começava a realizar pequenos shows de forró, reunindo naquela época seus amigos de colégio, os amigos dos amigos, os amigos dos amigos dos amigos. Passados 10 anos, Augusto Lins, hoje conhecido, carinhosamente, como Augusto Brinquedo, no show business pernambucano, é uma referência de eventos com grandes atrações, em locais com boa infra-estrutura, sempre com a preocupação de oferecer ao seu público o máximo de conforto. E orgulhoso, ele sempre comenta entre os amigos "por onde eu passei, eu lotei." E não apenas em Recife que Augusto movimentou a cena cultural. "Nos dois anos em que morei em Mantattan, Estados Unidos, realizei vários shows com atrações brasileiras como Paralamas do Sucesso, Babado Novo, Revelação, DJ Marlboro, entre outras atrações, chegando inclusive a montar uma banda de forró por lá", conta o empresário. "Enquanto estive por lá, a terra de Obama esteve mais que movimentada pela música brasileira", comemora o empresário.
Responsabilidade social também faz parte da administração da casa. "Estamos gerando emprego e renda e ajudando, na medida possível, à comunidade no entorno dessa casa", revela Walter Lins. "Para a comunidade Doroty Stang doamos telhas para algumas casas e telhas para o centro comunitário que dá assistência a cerca de 400 famílias e sempre que podemos, estamos gerando emprego e renda pra essa comunidade", finaliza Lins.
A idéia de construir a casa surgiu há 2 anos. Todo produtor de eventos sonha um dia conquistar a sua casa própria. E com Augusto não foi diferente. São 8113m² de área total, sendo 1000 m² de área coberta, 2 palcos, banheiros climatizados, lanchonete, bilheteria, camarotes, estacionamento para 300 carros, espaço para 1.500 pessoas sentadas ou 4 mil em pé e muito mais.
No terreno onde o Haras está instalado, de propriedade dos empreendedores, funcionou durante 25 anos o Parque de Vaquejada de Boa Viagem, fundado em 1984. Numa sexta-feira, Augusto pegou um avião visitou algumas casas de shows pelo Nordeste afora e em poucos dias voltou. Chamou Walter e disse: "vamos construir aqui uma grande casa de shows". Para levantar esta casa, o parque foi desarmado em apenas três dias.
Para a nova casa de eventos, Augusto traz todo o seu know how de 10 anosem produção de eventos, enquanto Walter traz sua experiência à frente da Pan Jane, durante 36 anos, uma das mais conhecidas delicatessens de Boa Viagem. Com toda a sua equipe, Walter está preparando cardápios arrojados. A casa é fruto de investimentos de mais de R$ 1 milhão, com expectativa de retorno em 2 anos, onde serão gerados cerca de 250 empregos por eventos.
Tudo começou quando aos 18 anos, o jovem Augusto Lins começava a realizar pequenos shows de forró, reunindo naquela época seus amigos de colégio, os amigos dos amigos, os amigos dos amigos dos amigos. Passados 10 anos, Augusto Lins, hoje conhecido, carinhosamente, como Augusto Brinquedo, no show business pernambucano, é uma referência de eventos com grandes atrações, em locais com boa infra-estrutura, sempre com a preocupação de oferecer ao seu público o máximo de conforto. E orgulhoso, ele sempre comenta entre os amigos "por onde eu passei, eu lotei." E não apenas em Recife que Augusto movimentou a cena cultural. "Nos dois anos em que morei em Mantattan, Estados Unidos, realizei vários shows com atrações brasileiras como Paralamas do Sucesso, Babado Novo, Revelação, DJ Marlboro, entre outras atrações, chegando inclusive a montar uma banda de forró por lá", conta o empresário. "Enquanto estive por lá, a terra de Obama esteve mais que movimentada pela música brasileira", comemora o empresário.
Responsabilidade social também faz parte da administração da casa. "Estamos gerando emprego e renda e ajudando, na medida possível, à comunidade no entorno dessa casa", revela Walter Lins. "Para a comunidade Doroty Stang doamos telhas para algumas casas e telhas para o centro comunitário que dá assistência a cerca de 400 famílias e sempre que podemos, estamos gerando emprego e renda pra essa comunidade", finaliza Lins.
Cavalo Paint Horse
Paint é uma raça relativamente nova no País, originária dos Estados Unidos. Naquele país o Paint já ocupa a primeira colocação no ranking de comercialização. O motivo é um só: reúne a beleza de ser um cavalo de pêlos exóticos com a versatilidade necessária para o trabalho, lazer, ou esporte.
Na América do Norte, existem hoje cerca de 300 mil animais registrados na American Paint Horse Association, e aproximadamente 48 mil criadores, e 50 mil em outros, inclusive o Brasil.
Com 40 anos de fundação a American Paint Horse Association, desenvolveu um sistema moderno de seleção genética que permitiu um rápido desenvolvimento da raça, e, o que é melhor, com um alto grau de refinamento.
Hoje ocupa a terceira colocação das melhores raças americanas, ou seja, só perde para o Puro Sangue Inglês e o Quarto de Milha. O plantel americano conta com reprodutores de primeira qualidade, das principais linhagens Quarto de Milha. A preocupação com as modalidades de performance e com as classes amadoras, garante a manutenção do interesse pelo animal, abrindo mercado e estimulando seu crescimento.
Apesar de pouco tempo de introdução no Brasil, os cavalos Paint estão demonstrando uma fácil adaptação às modalidades esportivas desenvolvidas no País. A beleza da pelagem e a característica dócil são os principais atrativos para os criadores.
A cor do pêlo e o padrão fazem do Paint Horse um cavalo único, valorizando qualquer haras. Cada Paint Horse tem uma combinação particular de branco e qualquer outra cor dos eqüinos. As manchas podem ser de qualquer forma ou tamanho e podem ser localizadas virtualmente em qualquer lugar do corpo do animal. Embora os Paints tenham uma variação de cores com manchas diferentes, existem somente três especificações do padrão do pêlo. Estas cores, manchas e padrões, combinadas com a origem da linhagem, habilidade atlética e disposição agradável, fazem do Paint Horse um investimento com qualidade, ou seja, um cavalo para todos os tipos de situações.
Antes de você começar o processo de registro, você deverá saber se o seu cavalo pode ser registrado na ABC Paint. Enquanto uma pelagem colorida é essencial para identificar a raça, o Paint Horse tem linha sangüínea muito restrita e uma conformação de corpo distinta. Para poder ser candidato a registro, o garanhão e a égua devem ter sido registrados na ABQM ou na Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo de Corrida (PSI). Para poder ter o Registro Regular, o cavalo precisa também exibir um mínimo de pêlo branco sobre a sua pele sem pigmentação. Quais são os padrões de coloração?
Se você estiver para registrar um cavalo, haverá a necessidade de estabelecer o padrão de cores do cavalo. Embora haja muitas palavras americanas para descrever os padrões de contraste do Paint Horse, a ABC Paint usa três termos para descrever os diversos padrões: OVERO, TOBIANO, ou TOVERO. Estes padrões são diferenciados pela localização do branco no cavalo, e não pela cor do pêlo. No Brasil, os animais que não tenham manchas são chamados de sólidos. Para descrever um cavalo Paint usamos a terminologia: Alazão (cor do pêlo), Overo ou Tobiano ou Tovero. Existem muitas variações e exceções nesses padrões, mas como uma regra geral, as seguintes definições indicam as variações de padrões nos Cavalos Paint.
OVERO - Geralmente o branco não ultrapassa as costas do cavalo entre a cernelha e a cauda: pelo menos, uma pata ou todas as patas são escuras: o branco é irregular e um tanto espalhado; as marcas da cabeça são distintas, em forma de frente aberta, arregaçada ou branco em forma de osso. Um cavalo overo pode ser predominantemente branco ou preto, e a cauda geralmente é de uma só cor.
TOBIANO - A cor escura geralmente cobre um ou ambos os flancos, e a cor branca vai passar o lombo entre a cernelha e a cauda. Geralmente todas as quatros patas são brancas, pelo menos abaixo do curvilhão ou joelhos: as manchas são irregulares e distintas tais como formas ovais ou padrões redondos que se estendem para baixo do pescoço e peito, dando a aparência de um escudo. As marcas da cabeça são como aquelas de cavalos de cores sólidas, ou como uma mancha, uma faixa, estrela ou um retalho. Um tobiano pode ser predominantemente escuro ou branco. A cauda, geralmente contém duas cores.
TOVERO - Estes cavalos combinam as características de ambos os overos e tobianos.
O efeito visual das cores na Conformação
O desafio do juiz na conformação do Paint Horse é a aparência do padrão de cor inferior e a conformação física. O contorno, a extensão e posição das manchas claras e escuras que podem criar ilusões ópticas. Algumas destas ilusões ópticas são convincentes, de tal forma que a conformação de um Paint pode aparentar ser muito diferente do que atual é.
O efeito visual do padrão de cores sob a conformação pode ser positiva ou negativa. Por exemplo uma redução do branco atrás do pescoço de um animal alazão tostado pode criar a ilusão de que o pescoço é mais curto do que na realidade parece. Para classificar uma classe de Paint Horse baseado na conformação, um juiz deve ser capaz de se concentrar na musculatura e estrutura óssea do cavalo e ignorar o padrão de cor.
Para auxiliar o treinamento de juizes e outros interessados na conformação do Paint Horse, a APHA tem comissionado o seguimento do desenho para ilustrar algumas destas ilusões. Guarde em sua mente que estes desenhos são unicamente dimensional, só que algumas das distorções não são adequadamente pintadas. Também, guarde em sua mente que a ilusão pode ser criada pelas áreas brancas ou escuras do padrão.
Pernas
Ilusões ópticas criadas por cores contrastantes nas pernas são particularmente difíceis de pintar sobre um desenho unicamente dimensional; estas distorções podem ser mais variadas. Os cavalos que tem as pernas brancas, normalmente aparentam ter as pernas tortas, quando são estruturalmente corretas. Particularmente ilusões devastadoras são criadas quando o escuro e branco vem juntos causando ângulos estranhos nas pernas. Se um Paint Horse tem o branco e escuro encontrando nas pernas, e aparenta ser cow-hocked - olhe a cor do outro lado para ver a conformação correta.
Espessura do Pescoço
Longo, fino, linhas rendilhadas de branco distorcerão a turvação do pescoço. Longo, fino, linhas rendilhadas criará a ilusão de um pescoço em boa posição. Uma larga obstrução do branco criará a ilusão de um pescoço grosso e largo.
Estatura
O contraste do escuro e branco pode criar uma ilusão mais impressiva da estatura. Cavalos de cores escuras com marcas elevadas nas pernas, normalmente aparentam ser mais curtas do que um cavalo de mesma extensão com um padrão na vertical.
Definho e anca
O contraste entre a cor branco e escuro podem também criar ailusão de peso insatisfatório. A maior parte do branco ou escuro no local errado pode fazer o tamanho dos definhos ou a extensão da anca aparece curta ou longa do que elas realmente são.
Barriga
Ilusões criadas pelo relacionamento entre o escuro e branco podem distorcer a extensão do dorso ou do traço do cavalo. Oscontrastesdas cores na barriga podem distorcer a aparência da circunferência do peito bem como a barriga.
Anca, Joelho e (Gaskin)
Ilusões criadas pelo escuro e branco podem também achatar a anca do cavalo, diminuir a largura do joelho e fazer o gaskin parecer mais largo do que é.
Olhos
A cor dos olhos de um cavalo Paint e sua pele cercante podem realçar ou diminuir a simpatia visual do animal.
Cabeça e Traquéia
O padrão de cores da cabeça e traquéia de um cavalo Paint pode criar ilusões interessantes. O contraste entre o branco e escuro na cabeça podem aparentar uma fronte larga, focinho inclinado, orelhas estendidas, a garganta grossa, ou narinas dilatadas. As marcas faciais podem aparentar que o animal tem um temperamento dócil.
Angulo do ombro
O padrão de cores do ombro pode aparentar um bom ombro, de aparência fraco o ombro correto aparenta ser fraco. As cores nesta área distorcem a percepção de estar inclinado - fazendo com que o pescoço aparente ter uma inclinação correta onde ele está em um aposição certa ou aparentar estar reto quando a inclinação é correta.
Comprimento do Pescoço
O branco no pescoço é as vezes triangular. Esta ilusão cria uma distorção no comprimento. Quando a base do triângulo está rumo ao ombro, o pescoço aparenta ser mais longo. Quando a base do triângulo esta rumo a cabeça, particularmente quando os lados do triângulo são iguais, o pescoço aparenta ser curto.
Na América do Norte, existem hoje cerca de 300 mil animais registrados na American Paint Horse Association, e aproximadamente 48 mil criadores, e 50 mil em outros, inclusive o Brasil.
Com 40 anos de fundação a American Paint Horse Association, desenvolveu um sistema moderno de seleção genética que permitiu um rápido desenvolvimento da raça, e, o que é melhor, com um alto grau de refinamento.
Hoje ocupa a terceira colocação das melhores raças americanas, ou seja, só perde para o Puro Sangue Inglês e o Quarto de Milha. O plantel americano conta com reprodutores de primeira qualidade, das principais linhagens Quarto de Milha. A preocupação com as modalidades de performance e com as classes amadoras, garante a manutenção do interesse pelo animal, abrindo mercado e estimulando seu crescimento.
Apesar de pouco tempo de introdução no Brasil, os cavalos Paint estão demonstrando uma fácil adaptação às modalidades esportivas desenvolvidas no País. A beleza da pelagem e a característica dócil são os principais atrativos para os criadores.
A cor do pêlo e o padrão fazem do Paint Horse um cavalo único, valorizando qualquer haras. Cada Paint Horse tem uma combinação particular de branco e qualquer outra cor dos eqüinos. As manchas podem ser de qualquer forma ou tamanho e podem ser localizadas virtualmente em qualquer lugar do corpo do animal. Embora os Paints tenham uma variação de cores com manchas diferentes, existem somente três especificações do padrão do pêlo. Estas cores, manchas e padrões, combinadas com a origem da linhagem, habilidade atlética e disposição agradável, fazem do Paint Horse um investimento com qualidade, ou seja, um cavalo para todos os tipos de situações.
Antes de você começar o processo de registro, você deverá saber se o seu cavalo pode ser registrado na ABC Paint. Enquanto uma pelagem colorida é essencial para identificar a raça, o Paint Horse tem linha sangüínea muito restrita e uma conformação de corpo distinta. Para poder ser candidato a registro, o garanhão e a égua devem ter sido registrados na ABQM ou na Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo de Corrida (PSI). Para poder ter o Registro Regular, o cavalo precisa também exibir um mínimo de pêlo branco sobre a sua pele sem pigmentação. Quais são os padrões de coloração?
Se você estiver para registrar um cavalo, haverá a necessidade de estabelecer o padrão de cores do cavalo. Embora haja muitas palavras americanas para descrever os padrões de contraste do Paint Horse, a ABC Paint usa três termos para descrever os diversos padrões: OVERO, TOBIANO, ou TOVERO. Estes padrões são diferenciados pela localização do branco no cavalo, e não pela cor do pêlo. No Brasil, os animais que não tenham manchas são chamados de sólidos. Para descrever um cavalo Paint usamos a terminologia: Alazão (cor do pêlo), Overo ou Tobiano ou Tovero. Existem muitas variações e exceções nesses padrões, mas como uma regra geral, as seguintes definições indicam as variações de padrões nos Cavalos Paint.
OVERO - Geralmente o branco não ultrapassa as costas do cavalo entre a cernelha e a cauda: pelo menos, uma pata ou todas as patas são escuras: o branco é irregular e um tanto espalhado; as marcas da cabeça são distintas, em forma de frente aberta, arregaçada ou branco em forma de osso. Um cavalo overo pode ser predominantemente branco ou preto, e a cauda geralmente é de uma só cor.
TOBIANO - A cor escura geralmente cobre um ou ambos os flancos, e a cor branca vai passar o lombo entre a cernelha e a cauda. Geralmente todas as quatros patas são brancas, pelo menos abaixo do curvilhão ou joelhos: as manchas são irregulares e distintas tais como formas ovais ou padrões redondos que se estendem para baixo do pescoço e peito, dando a aparência de um escudo. As marcas da cabeça são como aquelas de cavalos de cores sólidas, ou como uma mancha, uma faixa, estrela ou um retalho. Um tobiano pode ser predominantemente escuro ou branco. A cauda, geralmente contém duas cores.
TOVERO - Estes cavalos combinam as características de ambos os overos e tobianos.
O efeito visual das cores na Conformação
O desafio do juiz na conformação do Paint Horse é a aparência do padrão de cor inferior e a conformação física. O contorno, a extensão e posição das manchas claras e escuras que podem criar ilusões ópticas. Algumas destas ilusões ópticas são convincentes, de tal forma que a conformação de um Paint pode aparentar ser muito diferente do que atual é.
O efeito visual do padrão de cores sob a conformação pode ser positiva ou negativa. Por exemplo uma redução do branco atrás do pescoço de um animal alazão tostado pode criar a ilusão de que o pescoço é mais curto do que na realidade parece. Para classificar uma classe de Paint Horse baseado na conformação, um juiz deve ser capaz de se concentrar na musculatura e estrutura óssea do cavalo e ignorar o padrão de cor.
Para auxiliar o treinamento de juizes e outros interessados na conformação do Paint Horse, a APHA tem comissionado o seguimento do desenho para ilustrar algumas destas ilusões. Guarde em sua mente que estes desenhos são unicamente dimensional, só que algumas das distorções não são adequadamente pintadas. Também, guarde em sua mente que a ilusão pode ser criada pelas áreas brancas ou escuras do padrão.
Pernas
Ilusões ópticas criadas por cores contrastantes nas pernas são particularmente difíceis de pintar sobre um desenho unicamente dimensional; estas distorções podem ser mais variadas. Os cavalos que tem as pernas brancas, normalmente aparentam ter as pernas tortas, quando são estruturalmente corretas. Particularmente ilusões devastadoras são criadas quando o escuro e branco vem juntos causando ângulos estranhos nas pernas. Se um Paint Horse tem o branco e escuro encontrando nas pernas, e aparenta ser cow-hocked - olhe a cor do outro lado para ver a conformação correta.
Espessura do Pescoço
Longo, fino, linhas rendilhadas de branco distorcerão a turvação do pescoço. Longo, fino, linhas rendilhadas criará a ilusão de um pescoço em boa posição. Uma larga obstrução do branco criará a ilusão de um pescoço grosso e largo.
Estatura
O contraste do escuro e branco pode criar uma ilusão mais impressiva da estatura. Cavalos de cores escuras com marcas elevadas nas pernas, normalmente aparentam ser mais curtas do que um cavalo de mesma extensão com um padrão na vertical.
Definho e anca
O contraste entre a cor branco e escuro podem também criar ailusão de peso insatisfatório. A maior parte do branco ou escuro no local errado pode fazer o tamanho dos definhos ou a extensão da anca aparece curta ou longa do que elas realmente são.
Barriga
Ilusões criadas pelo relacionamento entre o escuro e branco podem distorcer a extensão do dorso ou do traço do cavalo. Oscontrastesdas cores na barriga podem distorcer a aparência da circunferência do peito bem como a barriga.
Anca, Joelho e (Gaskin)
Ilusões criadas pelo escuro e branco podem também achatar a anca do cavalo, diminuir a largura do joelho e fazer o gaskin parecer mais largo do que é.
Olhos
A cor dos olhos de um cavalo Paint e sua pele cercante podem realçar ou diminuir a simpatia visual do animal.
Cabeça e Traquéia
O padrão de cores da cabeça e traquéia de um cavalo Paint pode criar ilusões interessantes. O contraste entre o branco e escuro na cabeça podem aparentar uma fronte larga, focinho inclinado, orelhas estendidas, a garganta grossa, ou narinas dilatadas. As marcas faciais podem aparentar que o animal tem um temperamento dócil.
Angulo do ombro
O padrão de cores do ombro pode aparentar um bom ombro, de aparência fraco o ombro correto aparenta ser fraco. As cores nesta área distorcem a percepção de estar inclinado - fazendo com que o pescoço aparente ter uma inclinação correta onde ele está em um aposição certa ou aparentar estar reto quando a inclinação é correta.
Comprimento do Pescoço
O branco no pescoço é as vezes triangular. Esta ilusão cria uma distorção no comprimento. Quando a base do triângulo está rumo ao ombro, o pescoço aparenta ser mais longo. Quando a base do triângulo esta rumo a cabeça, particularmente quando os lados do triângulo são iguais, o pescoço aparenta ser curto.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Haras Elfar , excelência em Mangalarga Marchador
História :
Competência, conhecimento técnico e controle de qualidade. Este tripé conceitual vem elevando o Haras El Far à condição de referência nacional na criação do cavalo Mangalarga Marchador. Com uma tropa de cerca de 700 animais, cuja qualidade vem sendo comprovada em pista, o Haras El Far consegue promover uma seleção baseada nos mais ricos atributos raciais, tendo como base uma herança genética fortalecida pela presença de sangue oriundo dos mais tradicionais criatórios pilares da raça.
O conjunto desta obra é bem representativo da saga do criador Magdi Shaat, que herdou de seus avós, antigos criadores de cavalos Árabe e Egípcio, o gosto pelo campo e pela criação de cavalos de raça. Esta história, hoje escrita na cidade de Lavras, sul de Minas Gerais e região berço do Mangalarga Marchador, teve início no final da década de 80, por influência de seus familiares.
Ainda com pouco conhecimento sobre a raça, o criador buscou orientação técnica, sem, contudo, obter grandes resultados. Com o passar do tempo, aproximando-se cada vez mais de inúmeros criadores, nas fazendas e nas exposições, Magdi Shaat se convenceu de que sua seleção deveria ser focada na qualidade do andamento. O conhecimento adquirido nesse período o conduziu a escolhas certeiras, investindo fortemente em animais de genética de marcha e em cruzamentos com produtos que demonstravam exuberância morfológica e racial, tendo sempre a marcha como fundamento indispensável.
A aquisição de animais de ponta foi o passo decisivo para a consolidação do criatório, cuja seqüência de trabalho demandava uma equipe altamente especializada. Todo esforço foi realizado para preparar e treinar os funcionários do haras, que foi dotado de uma infra-estrutura também correspondente ao modelo pretendido por Shaat. A equipe hoje conta com veterinários permanentes, tanto para o acompanhamento da reprodução, quanto para clínica. O gerente Hans Norremose supervisiona todo o processo e deposita, na boa formação dos peões, a confiança necessária para o desenvolvimento da criação. Para orientar o trabalho de preparo dos animais para exposição, o haras conta com a consultoria técnica do Centro de Treinamento Eqüestre Mello Vianna.
Tamanha estrutura gerou grandes resultados e a confirmação veio nas pistas. Em muitas ocasiões, os prêmios chegaram, simultaneamente, em exposições distintas, num mesmo final de semana. Para Magdi Shaat, boa parcela desses resultados se deve a uma ousadia na forma de criar. Enquanto a maioria dos criatórios aposta em tropas enxutas, com poucos garanhões, o Haras El Far reúne mais dez reprodutores, além de outros arrendados e em compra de coberturas para cobrir aproximadamente 170 éguas. Os cruzamentos, porém, são precedidos de longos estudos, que passam pela avaliação dos exemplares, mas também pela formação genética de cada indivíduo, evitando-se os equívocos de acasalamento e eventuais pares consangüíneos. Esta forma de criar foi o aprendizado adquirido durante o convívio com criatórios tradicionais de cavalos de raça pelo mundo afora.
O investimento para alcançar a excelência, no Haras El Far, é proporcional ao retorno vislumbrado pelo criador. Porém, acredita Magdi Shaat, o grande retorno é de valor inestimável. São os grandes amigos conquistados e o prazer de ser Mangalarga Marchador.
Competência, conhecimento técnico e controle de qualidade. Este tripé conceitual vem elevando o Haras El Far à condição de referência nacional na criação do cavalo Mangalarga Marchador. Com uma tropa de cerca de 700 animais, cuja qualidade vem sendo comprovada em pista, o Haras El Far consegue promover uma seleção baseada nos mais ricos atributos raciais, tendo como base uma herança genética fortalecida pela presença de sangue oriundo dos mais tradicionais criatórios pilares da raça.
O conjunto desta obra é bem representativo da saga do criador Magdi Shaat, que herdou de seus avós, antigos criadores de cavalos Árabe e Egípcio, o gosto pelo campo e pela criação de cavalos de raça. Esta história, hoje escrita na cidade de Lavras, sul de Minas Gerais e região berço do Mangalarga Marchador, teve início no final da década de 80, por influência de seus familiares.
Ainda com pouco conhecimento sobre a raça, o criador buscou orientação técnica, sem, contudo, obter grandes resultados. Com o passar do tempo, aproximando-se cada vez mais de inúmeros criadores, nas fazendas e nas exposições, Magdi Shaat se convenceu de que sua seleção deveria ser focada na qualidade do andamento. O conhecimento adquirido nesse período o conduziu a escolhas certeiras, investindo fortemente em animais de genética de marcha e em cruzamentos com produtos que demonstravam exuberância morfológica e racial, tendo sempre a marcha como fundamento indispensável.
A aquisição de animais de ponta foi o passo decisivo para a consolidação do criatório, cuja seqüência de trabalho demandava uma equipe altamente especializada. Todo esforço foi realizado para preparar e treinar os funcionários do haras, que foi dotado de uma infra-estrutura também correspondente ao modelo pretendido por Shaat. A equipe hoje conta com veterinários permanentes, tanto para o acompanhamento da reprodução, quanto para clínica. O gerente Hans Norremose supervisiona todo o processo e deposita, na boa formação dos peões, a confiança necessária para o desenvolvimento da criação. Para orientar o trabalho de preparo dos animais para exposição, o haras conta com a consultoria técnica do Centro de Treinamento Eqüestre Mello Vianna.
Tamanha estrutura gerou grandes resultados e a confirmação veio nas pistas. Em muitas ocasiões, os prêmios chegaram, simultaneamente, em exposições distintas, num mesmo final de semana. Para Magdi Shaat, boa parcela desses resultados se deve a uma ousadia na forma de criar. Enquanto a maioria dos criatórios aposta em tropas enxutas, com poucos garanhões, o Haras El Far reúne mais dez reprodutores, além de outros arrendados e em compra de coberturas para cobrir aproximadamente 170 éguas. Os cruzamentos, porém, são precedidos de longos estudos, que passam pela avaliação dos exemplares, mas também pela formação genética de cada indivíduo, evitando-se os equívocos de acasalamento e eventuais pares consangüíneos. Esta forma de criar foi o aprendizado adquirido durante o convívio com criatórios tradicionais de cavalos de raça pelo mundo afora.
O investimento para alcançar a excelência, no Haras El Far, é proporcional ao retorno vislumbrado pelo criador. Porém, acredita Magdi Shaat, o grande retorno é de valor inestimável. São os grandes amigos conquistados e o prazer de ser Mangalarga Marchador.
Haras GQ. O melhor em Quarto de Milha e Paint Horse
O Haras GQ , localizado em Itapetinga - Bahia , a 600 Km da Capital Salvador, cria cavalos da raça Quarto de Milha e Paint Horse a 20 anos , para provas funcionais como: o tambor, a baliza e a vaquejada. VENDA PERMANENTE DE POTROS(AS) QUARTO DE MILHA E PAINT HORSE. Contatos: George Figueira Quadros (77) 3261-1577 / (77) 8821 - 7271
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