sábado, 19 de maio de 2012

Haras Fazenda São Francisco - História

O Haras Fazenda São Francisco foi criado em Dezembro de 1990, com a compra do primeiro Quarto de Milha, DIAMANTE LIGHT, que foi comprado para cobrir algumas éguas, com o intuito de produzir animais para a lida do gado.
Como este cavalo tinha linhagem de corrida, participamos de algumas provas, onde acabamos por vencer nove desafios no Mato Grosso. Logo após estas conquistas, o levamos para o Jockey Club de Sorocaba, onde conquistamos mais cinco vitórias. Algum tempo depois, o DIAMANTE LIGHT foi vendido para o Paraguai, onde é um reprodutor comprovado de alto padrão.

Principais reprodutores do Haras São Francisco :

A REGAL CHOICE SI 101
First Down Morn 
Pretty Boy Perry SI 102
FIRST PRIZE MAN
ACHIEVEMENT SI 98
THE CHOCOLATE ROCKETSI 94.     

terça-feira, 15 de maio de 2012

Haras Corumbá - História

Haras Corumbá
"O Mangalarga Marchador deve possuir vários versões assim como os automóveis"

Há 15 quilômetros da histórica cidade de Vassouras, região de belas montanhas, matas e trilhas no estado do Rio de Janeiro, encontramos o Haras Corumbá. Propriedade de Luiz Antonio Wanderley, conhecido no meio como Corumbá, o criatório comemora 22 anos de criação e sucesso na raça Mangalarga Marchador.
Para os imediatistas de plantão, pode parecer uma longa espera, mas para o Corumbaense isto se traduz numa base sólida. Trabalho consistente reconhecido não só pela qualidade de seus animais premiados em pistas, mas também pelo volume destes exemplares comercializados para todo tipo de consumidor.
Projeto bem cuidado, inspirado em suas origens rurais, o Haras Corumbá nasceu da vontade de seu proprietário de estar em contato com a natureza e de relembrar, a cada fim de semana que está no criatório, os momentos de sua infância ao lado de seu pai, o fazendeiro Corumbaense, Francisco Mariani Wanderley, proprietário das fazendas Firme, Riozinho e MS. Corumbá herdou de seu pai não só o gosto e o respeito pela terra e pelos animais, como também o feeling para lidar com eles. Desde os seis anos de idade, cuidava de seus cavalos pessoalmente, até mudar para um colégio interno no Rio de Janeiro e ter que abandonar temporariamente suas origens.
Atualmente, o haras conta com uma completa infra-estrutura para criação e seleção da raça Mangalarga Marchador. Seu titular procura conciliar suas responsabilidades profissionais como Diretor do Banco BVA, com as atividades rurais como criador de cavalos no interior do Rio de Janeiro.
“No início, eu não pensava em criar cavalos e sim usá-los em cavalgadas de fim de semana com a família. Tinha em mente a raça Quarto de Milha, por ser a que tive mais contato na lida com o gado na fazenda no Mato Grosso”, afirma Corumbá. “Pesquisando um pouco mais, percebi que no sudeste, o cavalo mais aceito e com maiores possibilidades de mercado era o Mangalarga Marchador, principalmente por sua docilidade e comodidade. Após as primeiras aquisições sem nenhum critério, tive a sorte de passar a contar com as orientações do Dr. Hélio Bello Cavalcanti, com o qual mantinha até então, apenas contatos profissionais no Banco, mais tarde nos tornamos vizinhos de fazenda e ótimos amigos. Com as primeiras lições decidi optar pelas linhagens Herdade, JB e meio sangue Abaíba. Assim formei a base do plantel Corumbá, sempre visando um cavalo forte e de boa marcha”, conclui.
efensor de uma política de comercialização que exprima a realidade do mercado, Corumbá é claro em dizer que produz um cavalo versátil que pode atender aos mais variados tipos de consumidores. Para ele, o Mangalarga Marchados deve possuir várias versões assim como os automóveis. “O marketing das empresas baseia-se nas pesquisas de mercado para desenvolver produtos que atendam as necessidades de cada consumidor e a fábrica se encarrega de produzi-los”, afirma.
Para exemplificar questiona qual é o cavalo, a cor, se serve para disputar títulos, cavalgadas ecológica, enduros ou outras finalidades? Todas as características com preços e finalidades bem definidas. Segundo Corumbá, o Marchador é o único que possui esta “versatilidade mercadológica”. Para ele, os criadores continuam insistindo em divulgar apenas os preços e as aptidões, não exprimem a total realidade desta raça, espantando do mercado grande parte de consumidores em potencial que ficam com a impressão de que cavalo é hobby de uma pequena elite. “As poucas tentativas de desenvolver as várias possibilidades mercadológicas do Mangalarga Marchador foram tímidas ou mal compreendidas, o que é estranho!”, afirma Corumbá, que acredita que esforços não são poupados na tentativa de se desenvolver a raça zootecnicamente e na manutenção deste trabalho, mas acha que são tímidos ao mostrá-la para o grande público.
Com a marcha desenvolvida atualmente pelos criadores da raça, o Mangalarga Marchador se tornou o cavalo ideal também para as fazendas de criação extensiva de gado. Corumbá lembra que anos atrás, os próprios peões destas fazendas se recusavam a montar os cavalos da raça, pois não confiavam nas suas aptidões para a lida diária e não gostavam da qualidade do andamento. A realidade hoje é outra e está sendo muito pouco explorada.
A principal vitrine atual do Mangalarga Marchador é o Enduro Equestre. Por meio de observações e experiências nacionais e internacionais de criadores que já desenvolvem um bom trabalho neste esporte, o Mangalarga Marchador é muito bem aceito pelos esportistas, destacando-se em todas as provas que participa. O alto grau de profissionalismo é outro atrativo para os patrocinadores que investem hoje em equipes e competições em todo o Brasil.
Corumbá salienta ainda como peça fundamental para o sucesso de um criatório a publicidade através de veículos especializados que divulgam o nosso trabalho para todo o Brasil. Acredita que a melhor maneira de se comercializar o cavalo é na fazenda, onde o cliente tem a oportunidade de montar, encilhar e testar o cavalo durante um dia inteiro se necessário. Sendo assim, acaba tornando um amigo que visita periodicamente, troca informações e comprova todas as características que o levaram à compra do animal. Além disso, o cliente tem a segurança de estar comprando o animal direto da fazenda com todas as garantias, sendo um mercado que só se desenvolve com o passar dos anos.
Após 22 anos de seleção, o haras Corumbá é procurado por pessoas que não são conhecidas pelo proprietário e que desejam adquirir exemplares da raça. Um das ações mais importantes do criatório foi o arrendamento do reprodutor, Kondor do Passo Fino que por dois anos integrou o plantel como padreador chefe. Cobrindo as éguas de origem Herdade, JB e as filhas de Mocambo Sargento, garanhão que utilizava até aquele momento. Kondor do Passo Fino tinha tudo para produzir uma tropa forte, moderna e de excelente andamento. Não deu outra, as progênies do garanhão colheram excelentes resultados em importantes exposições, comprovando que o caminho escolhido foi o melhor para o Haras Corumbá.
A conquista de prêmios nas exposições de Juiz de Fora, Jaguariúna, Barra do Piraí, Vassouras, Petrópolis, Guaratinguetá, Rio de Janeiro, Leopoldina, Volta Redonda, Rio das Flores, São Paulo, Casimiro de Abreu, Araruama, Campos, Macaé, São José dos Campos, Avaré, Caxambu e a Nacional em Belo Horizonte confirmam o caminho bem guiado.
Ao definir o criatório Corumbá, Luiz Antonio Wanderley reafirma sua paixão pelo cavalo compartilhada pelos filhos Bruno e Pedro, sua esposa e companheira, Biu. A família é parceira nesta nobre empreitada que deve especiais agradecimentos a criadores como o Dr. Hélio Bello Cavalcanti (Fazenda Paraíso), Joaquim José Schimith (Tinguá), José Geraldo Áreas (JG), Newton Stuzenecker (Porto Azul), Luiz Carlos Bueno (Passo Fino), Marcos Ubiali (Haras MUG), criadores e amigos, com quem Corumbá foi aprendendo a conhecer e a admirar nestes 22 anos do Haras Corumbá (sufixo do Corumbá).
Nestes últimos três anos usamos excelente Doadoras, além de comprar éguas e óvulos de doadoras como:
Honra da Mandassaia, Bonanza D2, Luma do Morro Queimado, Marselha do Porto Azul, Destaque Cinema, Rosa de Ituverava, Favorita do Cardeal, Maria Bonita HRM, Italia da Ogar, Canadá dos Olhos, Estima do Minato, Maíra de Mariflor, Batalha da Nova Tradição, Paquetá de Ituverava, Essência da Mandassaia, Jogatina JB, Época JB, Ironia da Ogar, Gaúcha Traituba, CucaCafé da Panorama e Meiga Tijucana, Sinfonia do Berma, Rocel Ostra, Amaral Relíquia, Boêmia Macadu, Palma do Espinho Preto, Luma meaípe, Andradina D3, Rainha Junqueira, Jatiuca do Guega, Favacho Faca Amolada, Imagem Mocoquense, Soberana de Santa Lucia, Amaral Quadrilha, Amaral Serenata, Cinderela da Nova Geração, Justiça da Mandassaia, Fortuna do Paraíso, Miss JB, Galocha EAO, Jogatina JB, Lady da Piura, Vaidosa da Selva Morena e Jandaia da Catimba. Gaita MPS, Jangada da Aldeia, Negra da Santa Esmeralda, Invicta da Gema, Pirâmide do Paredão, Cintia MA, Pantera do Conforto, Quebeleza CF da Sercore, Hidráulica EAO, Madona da 3F, Safada do Berma, Bela do Comboio, Xula JB da Ogar, Insulina da Coxilha Grande, Moeda JB, Safira do Mardon, Atlântica Kafe da Panorama, Madrinha da Vandja, Flor do Expoente, Noviça Serena, Traituba Cantora, Cegonha do Caito, Gafieira das Aroeiras e Imburana das Aroeiras.
Hoje o Haras Corumbá esta usando os garanhões de sua linhagem:
  • Índio do Corumbaense (Namorada AJ x Brigite da Nova Geração)
  • Ponteio do Corumbá (Índio do Corumbaense x Rosa de Ituverava)
  • Raro do Corumbá (Único Edu x Amaral Reliquia)
  • Sincero do Corumbá (Kondor do Passo Fino x Rocel Ostra)
  • Topázio do Corumbá (Kondor do Passo Fino x Batalha Nova Tradição)
  • Sabetudo do Corumbá (Tigrão Kafé x Pérola do Corumbá)
  • Requinte do Corumbá (Torpedo da Zizica x Favorita do Cardeal)
  • Segredo do Corumbá (Nobre Santa Lucia x Maria Bonita HRM)
Usamos também os Garanhões Favacho Estanho, Guarita da Seara Dourada, Jogo JB, Bônus Secretário, Tigrão Kafe e Candidato do Sertão.
Na estação de monta 2010/2011, vamos usar o reprodutor Poeta da Certeza, do amigo e parceiro, Robson Diniz, do Haras das Aroeiras (Paraopeba-MG). Tive a oportunidade de conhecer sua produção, principalmente suas filhas montadas, todas com muita comidade, temperamento de sela e beleza.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Exposição Agropecuária de Itapetinga.




Durante os dias de 29 de Maio a 03 de Junho, estarão reunidos na Capital da Pecuária os mais importantes agropecuaristas do Brasil. Uma Oportunidade incrível para trocar experiências, instruir-se das novidades do mercado e realizar grandes negócios. Venha vivenciar o melhor deste setor produtivo na 42ª Exposição Agropecuária Comercial e Industrial de Itapetinga e 16ª Exposição Nacional. A diversão já está confirmada , com Shows, Rodeios e Parque de Diversões que garantem um evento para toda a família. A 3ª Feira de Negócios e Capacitação Sebrae, que acontece durante a exposição, promete mais uma vez quebrar o recorde em número de inscritos. O que demonstra todo o potencial empreendedor e comercial da região. E tudo isso acontece numa cidade em que a " Hospitalidade de seu povo é maior que seu território" e onde a " Terra é Firme e o Gado é Forte".

Atrações: Pecuária / Comércio / Indústria / Máquinas e Equipamentos / Feira de Negócios / Cursos de Capitação Profissional / Palestras / Leilões / Rodeios / Ranking de Raças / Concurso Leiteiro / Parque de Diversões e Shows.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Haras Kitanda - História

        O Haras Kitanda começou como deveria começar todo criatório de cavalos: motivado pela paixão por esse animal. Marcus Vinícius de Barros Wanderley, montava desde pequeno no Engenho da família em Palmares-BA, com Argemiro Wanderley, seu pai, também excelente cavaleiro. É possível imaginá-lo aprendendo com o pai a domar um cavalo, ou galopando e fazendo algazarra junto aos irmãos Marcelo Wanderley e Lúcio Wanderley, também criadores e proprietários dos Haras Nanuque e Granito respectivamente. E foi assim, brincando, “curtindo” o cavalo, trabalhando no campo com o gado, sempre montado em um Mangalarga Marchador, cômodo e dócil, que Marcus Wanderley, que se auto-intitulava “vaqueiro” idealizou e realizou o Haras Kitanda. 
       Com o passar do tempo, já casado com D. Norma, e como é de se esperar de quem desfruta do constante contato com fazenda e com cavalos, os seus filhos Najla (Haras do Palmares), Debora, e Marcus Vinícius, foram arrebatados por essa paixão de seu pai. Desde bem pequenos montavam e apreciavam os cavalos macios e bonitos, muitos deles descendentes de linhagens consagradas como Gironda, Herdade, Bela Cruz, JB e Abaíba.
       Marcus Vinícius Sobral Wanderley, o filho de Marcus Wanderley e Liliana Wanderley, Filha de Marcelo Wanderley se casaram, e o amor por cavalos que herdaram dos seus pais fez nascer o Haras Kituque, que vinha a ser a mistura dos Haras Kitanda com o Nanuque, já que foram presenteados com animais de ambos os haras. Foi essa paixão concentrada e essa mistura de qualidade que os motivou a modernizar a marca Kitanda, que passou a ser de propriedade de Marcus Vinícius Sobral Wanderley, por herança; E é com paixão em dose dupla que os dois, Vinícius e Liliana, junto com seus filhos, pretendem dar continuidade ao trabalho bonito que Sr. Marcus começou há tanto tempo atrás.


OBS: Mais informações sobre compra e venda de animais acesse o site : www.haraskitanda.com.br

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Haras TGS - Cavalo Árabe.

Quem Somos

Pessoas de todo o Brasil e de diversos outros países têm muito nos honrado com suas visitas ao Haras TGS, na cidade de Anápolis, no agradável estado de Goiás.

O Haras TGS está preparado para surpreender não só aqueles que, como nós, são apaixonados pelo Cavalo Árabe, mas também aos que apreciam a natureza, os animais de um modo geral e também uma estrutura profissional totalmente voltada para o bem estar de todos os que vivem, trabalham e se divertem naquele local.

Nosso compromisso com a qualidade no desempenho das tarefas e a preocupação com a preservação de nossas riquezas naturais é uma questão de prioridade no Haras TGS.

Tudo isso no intuito de oferecermos o que há de mais moderno aos animais, sem perder o foco e a visão da relação dos animais com a natureza e o habitat ideal para eles.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Haras Boa Viagem

Em pleno coração de Boa Viagem, o Recife ganha uma casa para recepções e eventos com uma temática que remete ao campo, com muito verde, tijolos aparentes, banquinhos de madeira rústica. Assim é o Haras Boa Viagem Recepções e Eventos que chega para atender inúmeras demandas no mercado de eventos, sob o comando de Augusto e Walter Lins. De shows a pequenas, médias e grandes recepções, eventos corporativos, religiosos, infantis, da boa idade, aniversários, formaturas, casamentos. Enfim, a casa chega para suprir uma lacuna no mercado de eventos.
A idéia de construir a casa surgiu há 2 anos. Todo produtor de eventos sonha um dia conquistar a sua casa própria. E com Augusto não foi diferente. São 8113m² de área total, sendo 1000 m² de área coberta, 2 palcos, banheiros climatizados, lanchonete, bilheteria, camarotes, estacionamento para 300 carros, espaço para 1.500 pessoas sentadas ou 4 mil em pé e muito mais.
No terreno onde o Haras está instalado, de propriedade dos empreendedores, funcionou durante 25 anos o Parque de Vaquejada de Boa Viagem, fundado em 1984. Numa sexta-feira, Augusto pegou um avião visitou algumas casas de shows pelo Nordeste afora e em poucos dias voltou. Chamou Walter e disse: "vamos construir aqui uma grande casa de shows". Para levantar esta casa, o parque foi desarmado em apenas três dias.
Para a nova casa de eventos, Augusto traz todo o seu know how de 10 anosem produção de eventos, enquanto Walter traz sua experiência à frente da Pan Jane, durante 36 anos, uma das mais conhecidas delicatessens de Boa Viagem. Com toda a sua equipe, Walter está preparando cardápios arrojados. A casa é fruto de investimentos de mais de R$ 1 milhão, com expectativa de retorno em 2 anos, onde serão gerados cerca de 250 empregos por eventos.
Tudo começou quando aos 18 anos, o jovem Augusto Lins começava a realizar pequenos shows de forró, reunindo naquela época seus amigos de colégio, os amigos dos amigos, os amigos dos amigos dos amigos. Passados 10 anos, Augusto Lins, hoje conhecido, carinhosamente, como Augusto Brinquedo, no show business pernambucano, é uma referência de eventos com grandes atrações, em locais com boa infra-estrutura, sempre com a preocupação de oferecer ao seu público o máximo de conforto. E orgulhoso, ele sempre comenta entre os amigos "por onde eu passei, eu lotei." E não apenas em Recife que Augusto movimentou a cena cultural. "Nos dois anos em que morei em Mantattan, Estados Unidos, realizei vários shows com atrações brasileiras como Paralamas do Sucesso, Babado Novo, Revelação, DJ Marlboro, entre outras atrações, chegando inclusive a montar uma banda de forró por lá", conta o empresário. "Enquanto estive por lá, a terra de Obama esteve mais que movimentada pela música brasileira", comemora o empresário.
Responsabilidade social também faz parte da administração da casa. "Estamos gerando emprego e renda e ajudando, na medida possível, à comunidade no entorno dessa casa", revela Walter Lins. "Para a comunidade Doroty Stang doamos telhas para algumas casas e telhas para o centro comunitário que dá assistência a cerca de 400 famílias e sempre que podemos, estamos gerando emprego e renda pra essa comunidade", finaliza Lins.

Cavalo Paint Horse

Paint é uma raça relativamente nova no País, originária dos Estados Unidos. Naquele país o Paint já ocupa a primeira colocação no ranking de comercialização. O motivo é um só: reúne a beleza de ser um cavalo de pêlos exóticos com a versatilidade necessária para o trabalho, lazer, ou esporte.
    Na América do Norte, existem hoje cerca de 300 mil animais registrados na American Paint Horse Association, e aproximadamente 48 mil criadores, e 50 mil em outros, inclusive o Brasil.
  Com 40 anos de fundação a American Paint Horse Association, desenvolveu um sistema moderno de seleção genética que permitiu um rápido desenvolvimento da raça, e, o que é melhor, com um alto grau de refinamento.
    Hoje ocupa a terceira colocação das melhores raças americanas, ou seja, só perde para o Puro Sangue Inglês e o Quarto de Milha. O plantel americano conta com reprodutores de primeira qualidade, das principais linhagens Quarto de Milha. A preocupação com as modalidades de performance e com as classes amadoras, garante a manutenção do interesse pelo animal, abrindo mercado e estimulando seu crescimento.
    Apesar de pouco tempo de introdução no Brasil, os cavalos Paint estão demonstrando uma fácil adaptação às modalidades esportivas desenvolvidas no País. A beleza da pelagem e a característica dócil são os principais atrativos para os criadores.
    A cor do pêlo e o padrão fazem do Paint Horse um cavalo único, valorizando qualquer haras. Cada Paint Horse tem uma combinação particular de branco e qualquer outra cor dos eqüinos. As manchas podem ser de qualquer forma ou tamanho e podem ser localizadas virtualmente em qualquer lugar do corpo do animal. Embora os Paints tenham uma variação de cores com manchas diferentes, existem somente três especificações do padrão do pêlo. Estas cores, manchas e padrões, combinadas com a origem da linhagem, habilidade atlética e disposição agradável, fazem do Paint Horse um investimento com qualidade, ou seja, um cavalo para todos os tipos de situações.
    Antes de você começar o processo de registro, você deverá saber se o seu cavalo pode ser registrado na ABC Paint. Enquanto uma pelagem colorida é essencial para identificar a raça, o Paint Horse tem linha sangüínea muito restrita e uma conformação de corpo distinta. Para poder ser candidato a registro, o garanhão e a égua devem ter sido registrados na ABQM ou na Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo de Corrida (PSI). Para poder ter o Registro Regular, o cavalo precisa também exibir um mínimo de pêlo branco sobre a sua pele sem pigmentação. Quais são os padrões de coloração?

Se você estiver para registrar um cavalo, haverá a necessidade de estabelecer o padrão de cores do cavalo. Embora haja muitas palavras americanas para descrever os padrões de contraste do Paint Horse, a ABC Paint usa três termos para descrever os diversos padrões: OVERO, TOBIANO, ou TOVERO. Estes padrões são diferenciados pela localização do branco no cavalo, e não pela cor do pêlo. No Brasil, os animais que não tenham manchas são chamados de sólidos. Para descrever um cavalo Paint usamos a terminologia: Alazão (cor do pêlo), Overo ou Tobiano ou Tovero. Existem muitas variações e exceções nesses padrões, mas como uma regra geral, as seguintes definições indicam as variações de padrões nos Cavalos Paint.

OVERO - Geralmente o branco não ultrapassa as costas do cavalo entre a cernelha e a cauda: pelo menos, uma pata ou todas as patas são escuras: o branco é irregular e um tanto espalhado; as marcas da cabeça são distintas, em forma de frente aberta, arregaçada ou branco em forma de osso. Um cavalo overo pode ser predominantemente branco ou preto, e a cauda geralmente é de uma só cor.

TOBIANO - A cor escura geralmente cobre um ou ambos os flancos, e a cor branca vai passar o lombo entre a cernelha e a cauda. Geralmente todas as quatros patas são brancas, pelo menos abaixo do curvilhão ou joelhos: as manchas são irregulares e distintas tais como formas ovais ou padrões redondos que se estendem para baixo do pescoço e peito, dando a aparência de um escudo. As marcas da cabeça são como aquelas de cavalos de cores sólidas, ou como uma mancha, uma faixa, estrela ou um retalho. Um tobiano pode ser predominantemente escuro ou branco. A cauda, geralmente contém duas cores.

TOVERO - Estes cavalos combinam as características de ambos os overos e tobianos.

O efeito visual das cores na Conformação

O desafio do juiz na conformação do Paint Horse é a aparência do padrão de cor inferior e a conformação física. O contorno, a extensão e posição das manchas claras e escuras que podem criar ilusões ópticas. Algumas destas ilusões ópticas são convincentes, de tal forma que a conformação de um Paint pode aparentar ser muito diferente do que atual é.
O efeito visual do padrão de cores sob a conformação pode ser positiva ou negativa. Por exemplo uma redução do branco atrás do pescoço de um animal alazão tostado pode criar a ilusão de que o pescoço é mais curto do que na realidade parece. Para classificar uma classe de Paint Horse baseado na conformação, um juiz deve ser capaz de se concentrar na musculatura e estrutura óssea do cavalo e ignorar o padrão de cor.
Para auxiliar o treinamento de juizes e outros interessados na conformação do Paint Horse, a APHA tem comissionado o seguimento do desenho para ilustrar algumas destas ilusões. Guarde em sua mente que estes desenhos são unicamente dimensional, só que algumas das distorções não são adequadamente pintadas. Também, guarde em sua mente que a ilusão pode ser criada pelas áreas brancas ou escuras do padrão.

Pernas

Ilusões ópticas criadas por cores contrastantes nas pernas são particularmente difíceis de pintar sobre um desenho unicamente dimensional; estas distorções podem ser mais variadas. Os cavalos que tem as pernas brancas, normalmente aparentam ter as pernas tortas, quando são estruturalmente corretas. Particularmente ilusões devastadoras são criadas quando o escuro e branco vem juntos causando ângulos estranhos nas pernas. Se um Paint Horse tem o branco e escuro encontrando nas pernas, e aparenta ser cow-hocked - olhe a cor do outro lado para ver a conformação correta.

Espessura do Pescoço

Longo, fino, linhas rendilhadas de branco distorcerão a turvação do pescoço. Longo, fino, linhas rendilhadas criará a ilusão de um pescoço em boa posição. Uma larga obstrução do branco criará a ilusão de um pescoço grosso e largo.

Estatura

O contraste do escuro e branco pode criar uma ilusão mais impressiva da estatura. Cavalos de cores escuras com marcas elevadas nas pernas, normalmente aparentam ser mais curtas do que um cavalo de mesma extensão com um padrão na vertical.

Definho e anca

O contraste entre a cor branco e escuro podem também criar ailusão de peso insatisfatório. A maior parte do branco ou escuro no local errado pode fazer o tamanho dos definhos ou a extensão da anca aparece curta ou longa do que elas realmente são.

Barriga

Ilusões criadas pelo relacionamento entre o escuro e branco podem distorcer a extensão do dorso ou do traço do cavalo. Oscontrastesdas cores na barriga podem distorcer a aparência da circunferência do peito bem como a barriga.

Anca, Joelho e (Gaskin)

Ilusões criadas pelo escuro e branco podem também achatar a anca do cavalo, diminuir a largura do joelho e fazer o gaskin parecer mais largo do que é.


Olhos

A cor dos olhos de um cavalo Paint e sua pele cercante podem realçar ou diminuir a simpatia visual do animal.

Cabeça e Traquéia

O padrão de cores da cabeça e traquéia de um cavalo Paint pode criar ilusões interessantes. O contraste entre o branco e escuro na cabeça podem aparentar uma fronte larga, focinho inclinado, orelhas estendidas, a garganta grossa, ou narinas dilatadas. As marcas faciais podem aparentar que o animal tem um temperamento dócil.

Angulo do ombro

O padrão de cores do ombro pode aparentar um bom ombro, de aparência fraco o ombro correto aparenta ser fraco. As cores nesta área distorcem a percepção de estar inclinado - fazendo com que o pescoço aparente ter uma inclinação correta onde ele está em um aposição certa ou aparentar estar reto quando a inclinação é correta.

Comprimento do Pescoço

O branco no pescoço é as vezes triangular. Esta ilusão cria uma distorção no comprimento. Quando a base do triângulo está rumo ao ombro, o pescoço aparenta ser mais longo. Quando a base do triângulo esta rumo a cabeça, particularmente quando os lados do triângulo são iguais, o pescoço aparenta ser curto.